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Cerâmicas amapaenses de 500 anos são catalogadas por especialista do Museu Nacional

 

Pacheco, John; Lima, Ruanne e Pantoja, João. Cerâmicas amapaenses de 500 anos são catalogadas por especialista do Museu Nacional. G1 AP e Rede Amazônica – Macapá. 11 de out. de 2018.
Disponível <https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2018/10/11/ceramicas-amapaenses-de-500-anos-sao-catalogadas-por-especialista-do-museu-nacional.ghtml>. Acesso em 17 de set. de 2020.

 

Arqueólogo usa técnicas para reproduzir grafismos e expressões Maracá e Cunani.

Desenhos e pinturas em cerâmicas de povos antigos que viveram no Amapá há cerca de 500 anos, são alvos de um trabalho de catalogação feita por um arqueólogo carioca que trabalhou, entre outros locais, no Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído em setembro num incêndio.

A iniciativa de Mário Júnior Alves é identificar as características dos grupos produtores das cerâmicas e reproduzir os desenhos através do decalque, técnica usada na arte para obter com mais precisão os traços e expressões dos povos, principalmente os da cultura Maracá e Cunani.

É a segunda vez que ele vem ao Amapá para realizar o trabalho de decalque das peças. Além dos grupos Maracá e Cunani, outros foram identificados por pesquisadores na região, como Mazagão, Aruá, Koriabo, Jari. Aristé e Caviana. As peças usadas na pesquisa estão no Museu Joaquim Caetano, em Macapá, fechado há anos para visitação

Os grafismos da região são caracterizados pelas formas geométricas e curvilíneas. A identidade cultural relata sobre a vida selvagem, um indício das relações daqueles povos com o meio ambiente e peculiaridades.

O trabalho de catalogar as características integra o projeto de doutorado de Mário, que vê na cultura expressa nas cerâmicas as características de povos únicos que viveram no início da colonização da América do Sul.

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