Desafios na Sinterização de Eletrólitos Sólidos para Células a Combustível de Óxido Sólido com Condução Protônica

Graduação em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (1990), mestrado (1994) e doutorado (2002) em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos e pós-doutorado no Instituto de Cerámica y Vidrio – ICV-CSIC, Madri-Espanha, entre 2012 e 2013. Atualmente é professora associada da Universidade Estadual de Ponta Grossa, onde atua desde 1994. Tem experiência na área de processamento e sinterização de materiais cerâmicos e nos últimos anos tem focado suas pesquisas no desenvolvimento de materiais para eletrólitos e eletrodos para célula a combustível de óxido sólido.
Dra. Adriana Scoton Antonio Chinelatto
Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG / PR
Resumo
Células a Combustível de Óxido Sólido com Condução Protônica são consideradas, atualmente, como um dos mais promissores dispositivos de conversão de energia. Para essas células, são estudados, principalmente, eletrólitos preparados a partir de uma solução sólida entre ceratos e zirconatos de bário. A eficácia dos eletrólitos condutores protônicos depende fortemente da microestrutura do material, uma vez que a condutividade protônica é sensível à composição química local, ao tamanho de grão e à presença de contornos de grão. No entanto, sua temperatura de sinterização ainda é muito elevada. O uso de aditivos de sinterização e técnicas de sinterização não convencional podem reduzir essa temperatura e reduzir o custo de fabricação, favorecendo a sua aplicação em dispositivos portáteis